Publicação fixa: Argumentos lógicos X tratados teológicos

Meus textos questionando o sistema religioso e as mentiras do cristianismo são sempre com argumentos de raciocínio lógico, porque para mim vale o que está escrito sem interpretações humanas, sem oráculos para traduzir o texto... Continue lendo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Pessach Sheni (segunda chance)

14/lyar (10maio2017) - Pessach Sheni (segunda chance)

"Então o Eterno disse a Moisés: 'Diga o seguinte aos israelitas: Quando algum de vocês ou dos seus descendentes se tornar impuro por tocar algum cadáver ou estiver distante por motivo de viagem, ainda assim poderá celebrar a Páscoa. Deverão celebrá-la no dia catorze do segundo mês, ao pôr-do-sol. Comerão o cordeiro com pães sem fermento e com ervas amargas'." Números9.9-11

terça-feira, 2 de maio de 2017

Yom HaAtzmaut, Dia da Independência de Israel

5 de Iyar (pode ser adiado ou adiantado para não cair no dia do shabat) (2maio2017) - Yom HaAtzmaut, Dia da Independência de Israel. Feriado que no ano de 1948 correspondeu a 14 de Maio, dia no qual David Ben-Gurion declarou o fim do Mandato Britânico da Palestina e a fundação do Estado de Israel.







Hatiḳṿa
(no alfabeto hebraico התקוה; em português "A Esperança"),
também chamado Hatikvah, Hatikva e ha-Tikvá(h), é o hino nacional de Israel.


Em hebraico


כל עוד בלבב פנימה
נפש יהודי הומיה
ולפאתי מזרח קדימה
(2x): עין לציון צופיה
עוד לא אבדה תקותנו
התקוה בת שנות אלפים
להיות עם חופשי בארצנו
(2x): ארץ ציון וירושלים

Transliteração para o alfabeto latino

Kol od balevav penimah
Nefesh yehudi homiyah,
Ulfaatei mizrach kadimah
Ayin letzion tzofiyah. (2x)
Od lo avdah tikvatenu
Hatikvah bat shnot alpayim,
Lihiyot am chofshi beartzeinu,
Eretz tzion vi'yerushalayim. (2x)

Tradução para português

Enquanto no fundo do coração
Palpitar uma alma judaica,
E em direção ao Oriente
O olhar voltar-se a Sião, (2x)
Nossa esperança ainda não está perdida,
Esperança de dois mil anos:
De ser um povo livre em nossa terra,
A terra de Sião e Jerusalém. (2x)

domingo, 23 de abril de 2017

Holocausto - Nunca esqueceremos

Museu da Diáspora, em Israel

27 de janeiro - Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Data instituída em 2005 pela Assembleia-Geral da ONU, marca o dia, em 1945, em que as tropas soviéticas libertaram os prisioneiros do campo de concentração Auschwitz, localizado no sul da Polônia, símbolo do Holocausto perpetrado pelo nazismo.

27 de Nissan (24abr2017) - Yom HaShoah, Dia da Lembrança do Holocausto. O dia 27 foi escolhido por ser oito dias antes da comemoração de Yom Ha'atzma'ut, ou Dia da Independência de Israel. O Yom HaShoah foi estabelecido em 1959 como lei em Israel, onde é feriado nacional.


"Eu não vou morrer" (Museu da Diáspora, Israel)
"Não morrerei; mas vivo ficarei para anunciar os feitos do Eterno." Sl118.17




Steven Spielberg faz filme de 15 min sobre Auschwitz

terça-feira, 18 de abril de 2017

Ano que vem em Jerusalém

Pessach! Celebremos nossa liberdade. Livres!

Pessach = libertação. Só que "é mais fácil tirar uma pessoa da escravidão do que tirar a escravidão de dentro da pessoa"Pessach = libertação. E Libertação é confissão de pecados.

"Nem uma unha ficará no Egito." Êx10.26

Ano que vem em Jerusalém.







Ilustrações retiradas da internet.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O mito da caverna

#Pessach #Liberdade

Quanto mais me afasto da #caverna, mais consigo enxergar o quanto era enganada lá dentro. E é triste e dói tanto perceber que quanto mais pouquíssimos se afastam da caverna, mais a multidão caminha para dentro do sistema e continua sendo enganada pelas mentiras que os líderes da caverna ensinam... "Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado..."

"O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem acorrentados numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais e etc. 

Recordando-se então de sua primeira morada, de seus companheiros de #escravidão e da ideia que lá se tinha da sabedoria, não se daria os parabéns pela mudança sofrida, lamentando ao mesmo tempo a sorte dos que lá ficaram? E se na caverna houvesse elogios, honras e recompensas para quem melhor e mais prontamente distinguisse a sombra dos objetos, que se recordasse com mais precisão dos que precediam, seguiam ou marchavam juntos, sendo, por isso mesmo, o mais hábil em lhes predizer a aparição, cuidas que o homem de que falamos tivesse inveja dos que no cativeiro eram os mais poderosos e honrados? Não preferiria mil vezes, como o herói de Homero, levar a vida de um pobre lavrador e sofrer tudo no mundo a voltar às primeiras ilusões e viver a vida que antes vivia?Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão chamá-lo de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas." (trechos de "O mito da caverna", de Platão, Sua Pesquisa)

Maurício de Sousa

Êxodo no Google - Pessach